terça-feira, 7 de julho de 2009

Um lugar, uma lembrança...




Na tarde dourada,
não tive intenção
de roubar o rio
Quis roubar lembranças
guardadas nos seixos,
no limo das pedras
do rio que flui
lento, preguiçoso,
em direção ao mar...
Roubei pés descalços,
um rosto espelhado
na areia molhada,
flor despetalada
e o canto de um pássaro
feito de silêncio.
E o cheiro azul do mar...

Maria do Carmo Schneider

2 comentários:

Anônimo disse...

Hummm... ficou belo aqui neste cantinho este poema.

uma doce lembrança... uma tarde dourada invadiu meu pensamento agora...
humm
cheiro de saudade.

tarde linda pra vc amada.


beijo doce

Eu e Meus Eus disse...

Há silêncios


que falam


por si





Te amo, flor!