
Na tarde dourada,
não tive intenção
de roubar o rio
Quis roubar lembranças
guardadas nos seixos,
no limo das pedras
do rio que flui
lento, preguiçoso,
em direção ao mar...
Roubei pés descalços,
um rosto espelhado
na areia molhada,
flor despetalada
e o canto de um pássaro
feito de silêncio.
E o cheiro azul do mar...
Maria do Carmo Schneider
2 comentários:
Hummm... ficou belo aqui neste cantinho este poema.
uma doce lembrança... uma tarde dourada invadiu meu pensamento agora...
humm
cheiro de saudade.
tarde linda pra vc amada.
beijo doce
Há silêncios
que falam
por si
só
Te amo, flor!
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