domingo, 25 de novembro de 2007

Por


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Por onde andavas nos meus trinta?
Quarenta!?
Por acaso já lestes do tempos que vivi?
Que morri?
Por uns quilômetros não te vi chegar,
florejar.
Por ora estou atônito.
Catatônico?
Por isso preciso ter siso,
ser preciso.
Por mais que tente te auscultar,
permaneço no ar.
Por, por, por...
Por quê essa subordinação?
Armadilhas do coração:
Por muito - me implora,
ou ignora;
Por pouco - me pega,
cega.
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Abel Reginatto

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