segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Lamentar perdidas as ilusões, até quando?
pranto...
até quando?

3 comentários:

RABISCOS DIGITAIS disse...

agora que entrei no copacabana e li o que vc me escreveu...
eu estou acabada...chorando se vc quer saber... eu não sei o que dizer a vc apenas que eu te adoro e sinto a tua falta, creia é a verdade, não tenho razão para inventar, mas eu não mereço a tua amizade, fui suja com vc.
vc nem sabe o que fiz e agora vivo com remorso...minha consciência me castiga...
nunca duvide de minha amizade judas!
...........
sem condições nem pra escrever
envergonhada.

COPACABANA CAFÉ disse...

"...O amor é o sangue do sol dentro do sol. A inocência repetida mil vezes na vontade sincera de desejar que o céu compreenda. Levantam-se tempestades frágeis e delicadas na respiração vegetal do amor. Como uma planta a crescer da terra. O amor é a luz do sol a beber a voz doce dessa planta. Algo dentro de qualquer coisa profunda. O amor é o sentido de todas as palavras impossiveis. Atravessar o interior de uma montanha. Correr pelas horas originais do mundo. O amor é a paz fresca da combustão de um incêndio dentro, dentro, dentro, dentro, dentro dos dias. Em cada instante de manhã, o céu a deslizar como um rio. À tarde, o sol como uma certeza. O amor é feito de claridade e da seiva das rochas. O amor é feito de mar, de ondas na distância do oceano e da areia eterna. O amor é feito de tantas coisas opostas e verdadeiras. Nascem lugares para o amor e, nesses jardins etéreos, a salvação é uma brisa que cai sobre o rosto suavemente."


José Luis Peixoto
"Uma Casa na Escuridão"

COPACABANA CAFÉ disse...

vc nada perdeu
eu sim te perdi.
perdi por nada!
por otária que fui!
a cegueira que me encontrei e meu caráter me fizeram te magoar muito, vc nada sabe, melhor assim acho!