
Não te fies do tempo nem da eternidade,
que as nuvens me puxam pelos vestidos
que os ventos me arrastam contra o meu desejo!
Apressa-te, amor, que amanhã eu morro,
que amanhã morro e não te vejo!
Não demores tão longe, em lugar tão secreto,
nácar de silêncio que o mar comprime,
o lábio, limite do instante absoluto!
Apressa-te, amor, que amanhã eu morro,
que amanhã eu morro e não te escuto!
Aparece-me agora, que ainda reconheço
a anêmona aberta na tua face
em redor dos muros o vento inimigo...
Apressa-te, amor, que amanhã eu morro,
que amanhã eu morro e não te digo...
(Cecília Meireles)
2 comentários:
Apressa-te, amor, que amanhã eu morro,
que amanhã morro e não te vejo!
Não demores tão longe, em lugar tão secreto,
nácar de silêncio que o mar comprime,
o lábio, limite do instante absoluto!
Que saudade de você Karolzinha :D
beijos amiga linda do meu core
Amo-te!!!
Célia.
Que lindoo, Célinha!
Você faz falta, menina.Passei por momentos tão difíceis, mas agora estou bem.
Faz assim, vamos nos falando por e-mail falandopoesias@gmail.com ou em meu novo blog http://di-gital-art-work.blogspot.com/, não vamos nos perder.
Tenho orkut, mas quase não entro lá, os médicos recomendaram repouso, estou seguindo a risca.
Se cuida muito!
Amo-te infinitamente!
Beijos no coração,
Karoliny Santér.
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